terça-feira, 1 de junho de 2010

No fim...

E ao certo?
Brigamos?
Sim.
Brigamos mesmo.
Mas fizemos as pazes.
Choramos?
Sim,
E como.
Choramos,
Ou chorei.
Ao certo, não sei.
Pensamos,
Tentamos,
Fracassamos.
Mas tentamos antes do fracasso
E com ele,
Vieram as lagrimas.
Mais sem ele,
Vieram também.
Por causa de alguns,
Por causa de alguém.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Tente.

É como se tudo estivesse mudado.
Com o ódio, voltamos ao passado.
Como se os pescadores ainda não tivessem jogado os anzóis,
Pois no fundo, ainda estamos sós.

Por baixo das cobertas,
Tentando me esconder.
A solidão aperta,
Para todo mundo ver.
A porta e a janela fechada
Farão com que o mundo olhe para você.

Com tudo que vem acontecendo
O ser humano,
Vem se envenenando.
A cada momento,
Aparecem novos planos.

As ambições vão se fortalecendo.
A mesquinhez entre as pessoas,
A cada momento, mas está crescendo.
O controle, foge das mãos
De quem o tenta conseguir.
Fazendo com que a cada momento,
Mas se venha a produzir.

Num mundo de etiquetas,
Não é fácil distinguir:
O que é certo, o que é errado,
E como eu tenho que agir.

domingo, 25 de abril de 2010

Tanto

Tanta água deixei
Por de baixo da ponte passar
Quando a única coisa em q pensei
Era que precisava provar
Que nada a ninguém eu tinha q informar
Tanto sangue deixei
Em minhas veias acumular
Quando era fraco
E tinha medo de me cortar
Tanta vida deixei
Em meu corpo a morar
Quando a morte pensei
Que nunca iria chegar